http://complexdatavisualized.com/visualizing-connectivity-of-airports-during-eyjafjallajokull-eruption/

Existe um certo fascínio estético por imagens visualmente complexas. A popularidade das visualizações de dados pode ser explicada não apenas por fenômenos como a big data, que, além de demandarem novos métodos de análise de dados, possuem elementos estéticos relacionados a uma noção de unidade e organização visual na forma de imagens intricadas, complexas e, até certo ponto, esteticamente indulgentes e intrigantes. Esse breve ensaio, originalmente apresentado no VII SIIMI, discorre sobre o conceito de complexidade e o relaciona a uma estética dos dados a partir de sua representação visual. Utilizo visualizações de dados científicas e artísticas como objeto de…


Lendo a edição de hoje do Monday Note, me deparado com esse brilhante artigo escrito pelo Frederic Filloux sobre como as grandes empresas de tecnologias instaladas nos EUA estão aumentando a desigualdade ao invés de diminuir.

Esse trecho (em uma tradução livre), me chamou a atenção:

“A Amazon foi selecionar uma nova cidade sede para seu quartel general, a partir de uma lista de 200 cidades, que logo foi reduzida para 20, veio uma lista de demandas que incluíam, entre outras coisas, a disponibilidade de talentos e uma universidades de ponta, um sistema de transporte público eficiente, acesso a um…


No próximo dia 19 de Maio acontece pela primeira vez em Goiânia o Diatipo, evento dedicado a cultura da tipografia além da primeira montagem no continente da 8ª Bienal de Tipografia Latino-Americana Tipos Latinos. Em seu 10º ano o Diatipo já teve edições em diversas cidades pelo Brasil com convidados nacionais e internacionais discutindo e provocando pelos mais diversos ângulos o estado atual da tipografia.

Até agora um excelente lineup de convidados foi anunciado, dentre eles: Cristina Pagnoncelli, com seus incríveis letterings e chalk type; Fabio Lopez, designer responsável pela criação do logotipo ‘Rio 2016’ e do recente redesenho dos…


A visão radical e inconformada de um pioneiro da Internet

Ted Nelson talvez seja um dos mais subestimados pioneiros da Internet. Mais conhecido por ter cunhado o prefixo “Hiper” — como em Hiperlink e Hipertexto — que mais tarde seria a base para Tim Berners-Lee desenvolver um conjunto de aplicações que viria a ser conhecido como World Wide Web (sem dúvida a forma mais conhecida para acesso à Internet). …


O design especulativo como reflexão da realidade.

O transporte público eficiente talvez seja um dos poucos consensos em escala planetária. Quem vive em Goiânia a mais de vinte anos provavelmente já escutou muitas histórias (estórias?) sobre os planos para construção do Metrô de superfície e mais recentemente do VLT. Em comum nestes projetos é o fato de sempre terem ficado no papel e nas promessas vazias feitas às vésperas de alguma eleição.

Se é pra imaginar como seria, porque não imaginar de verdade? …


Refletindo com o Vinicius Di Oliveira sobre a dimensão das delações da Odebrecht e o total comprometimento do sistema político brasileiro, independente de ideologia, com o chamado capitalismo clientelista(crony capitalism), ficamos impressionados com a forma que os eventos se conectam e influenciam toda administração pública.

Para tentar visualizar isso de maneira mais clara, surgiu a ideia de tentarmos modelar a dinâmica da influência da corrupção na relação entre empreiteiras e partidos políticos.

Usando técnicas de dinâmica de sistemas, visualização de dados e a incrível ferramenta Loopy, definimos as variáveis mais importantes (no nosso ponto de vista), para poder verificar a…


Se existe algo que une pesquisadores, estudantes de graduação, pós-graduação, pesquisadores ou qualquer pessoa que precise coletar muitas informações para consultar posterior, talvez seja a complexa tarefa de capturar, organizar, consultar e utilizar todas as informações recolhidas ao longo do processo de pesquisa. O interesse pelo assunto é tanto que uma pergunta relativa ao tema feita em minha página no Facebook bateu o recorde de comentários de qualquer publicação que já fiz.

Métodos analógicos também são super eficientes. Na foto uma pequena amostra das informações coletadas pelo meu amigo Gabriel Patrocínio durante seu Ph.D.

Recentemente iniciei um doutorado em Arte e Tecnologia e, como todo calouro se sente, o primeiro semestre foi um misto de empolgação e busca por novidades. …


É possível que em um futuro próximo o trabalho feito por designers seja substituído por sistemas de inteligência artificial?

Her. Nesse filme o protagonista utiliza um software de inteligência artificial para fazer o design de cartas que lembrassem cartas escritas a mão. Crédito: Warner Bros. Pictures

Qualquer tentativa de resposta definitiva para a pergunta acima certamente incorrerá no risco de não se concretizar. Talvez o máximo que possamos fazer seja tentar prever de que maneira o desenvolvimento de tais tecnologias pode afetar os designers e suas práticas profissionais.

Antes de tudo, acredito que devemos tentar definir design. Mesmo sabendo que se trata de um tarefa muito complexa, gosto muito da definição proposta pela pesquisador Janet Murray no livro “Inventing The Medium”, em uma tradução livre seria algo assim:

“O processo de moldar intencionalmente um artefato ou processo específico, escolhendo entre estratégias alternativas para atingir metas explícitas…


Você faz um portfólio, coloca seus melhores trabalhos na rua, divulga, distribui cartões, faz networking e tudo que estiver ao seu alcance para conseguir novos trabalhos, pagar as contas de casa e poder ir num restaurante legal uma vez por mês.

Depois de tudo isso aquele email chega te sondando para um trabalho bacana, para um cliente legal e você precisa dar um orçamento o quanto antes. Terror! O Horror! Pânico! Tá caro? Tá barato? Mas eu preciso do trabalho! Quantos os outros cobram? Meu Deus! COMO? QUANTO? :-(

Formar preço é geralmente um dos maiores pesadelos do designer, novatos…


Pequenas soluções através do design para chatices do dia a dia.

Como designers tendemos a ser bem críticos quando nos deparamos com soluções mal resolvidas de design (de todo tipo). Um desses itens banais do dia a dia que sempre me deixa frustrado são os cupons fiscais.

Seja pela falta de padrão visual — aparentemente cada sistema fiscal pode ter um — , pelos diversos tipos de fontes mal escolhidas, pela pobre hierarquia das informações ou pela profusão de dados incompreensíveis para a maioria dos mortais, basicamente temos um pedaço compulsório de papel que precisa registrar e comprovar uma transação…

Marck Al

Designer Gráfico e Professor. www.marckal.com / marckntz@gmail.com

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